quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Lair, uma vencedora!

Como explicar as fatalidades na nossa vida? Não temos como explicar, apenas podemos trazer a memória as palavras do nosso Mestre que nos dará consolo e esperança nas adversidades.
Ainda não fez nem uma semana que minha querida amiga Lair ficou sabendo de uma notícia que mudou sua vida, seus sonhos e seus planos de uma hora pra outra ,ela está com leucemia. Eu estou muito triste por ela e sua família, mas muito, muito confiante na sua cura e sua volta  ao nosso convívio.
Ela é uma mulher linda, inteligente, que inunda onde passa com seu sorriso e sua alegria, também é muito disciplinada, mas tem cara de metida (kkk), ela é daquelas mulheres que sempre a princípio achamos que não vamos com a cara, mas depois de duas palavras nos tornamos amigos ,essa é a Lair!!!
Quando penso nela ,vem sempre na memória, seu rosto iluminado, ela toda arrumada, sempre vaidosa, cabelo de Barbie, muito linda!!!
Eu tenho muita fé que logo logo ela estará ainda mais linda lá na igreja testemunhando sua cura e glorificando ao nosso Salvador por isso.
Eu fiquei muito impressionada e feliz por saber o quanto ela é querida por todos, principalmente pela nossa igreja IPB de ITAPARICA, todos estão orando muito por ela e estão demonstrando seu amor e solidariedade de todas as formas, Lair você é muito especial!!!!!!!

Agora é a hora de lutarmos juntos em oração para que nossa amiga aguente firme essa fase crendo sempre no poder e controle de Deus nas nossas vidas!

Desculpe!

Estou sem tempo para escrever ou melhor não estou organizando bem o meu tempo,e isso me deixa muito triste pois gosto muito de escrever.
Mas hoje eu voltei e quero continuar os meus textos e assim ter um poco mais de alegria!
Desculpe-me por deixar vocês sem notícias...

domingo, 5 de setembro de 2010

Susto!


Ontem foi uma dia muito tumultuado!!!!Trabalhei muito no salão, mas fiquei com a cabeça no bazar da minha igreja, pois gostaria muito de ter ido lá ajudar.
No final do dia, ou melhor a noitinha eu e meu marido saimos do salão cansados e com muita fome e fomos ao supermercado.Quando estavamos lá, minha filha Vitoria ligou avisando que o Iago tinha machucado o pé jogando bola, mas o Augusto achou que era uma coisinha a toa, então continuamos as compras.
Passado uns dez minutos entra minha irmã Marina correndo pelo supermercado deseperada dizendo que o Iago estava na porta de casa chorando e não conseguia subir as escada e para piorar tudo eu fiquei muito nervosa e sai como louca correndo pra chegar em casa(moro perto do supermercado).
Fiquei com meu filho na porta de casa até meu marido chegar...Fomos para o hospital com ele, rapidamente ele foi atendido, graças a Deus! Eu fiquei na recepção esperando enquanto meu marido o acompanhou, ele recebeu todo o atendimento necessário e isso demorou cerca de três hora (já estava morta de fome).
Ele teve uma fratura grave e precisou engessar a perna toda e para ajudar temos que fazer um acompanhamento todo sábado a noite no hospital durante dois meses e esse também é o tempo que ele terá que ficar em casa de repouso para sua recuperação total...Sem escola, cursos, jodô, nada...Ai meu Deus!!!!Terei que ter muita paciência...
Ele é muito dengosinho e agora potencializou seu charme, mas esse também é o papel da mãe...Estamos felizes pois sabemos que ele vai se recuperar, só esperamos que ele aguente firme esses dois meses de prisão domiciliar, pois moramos no terceiro andar e não tem elevador.
Mas são em momentos como esse que vemos o amor e preocupação dos verdadeiros amigos e família, como por exemplo nosso amigo Glalter que nos deu a maior força!!!
E para fechar o assunto, a carreira de jogador em Santa Mônica do Iago se encerrou ontem, no auge (risos).

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mudanças...

Eu fui crescendo, e desde bem pequena já tive que me acostumar com as mudanças. Mudança de casa, de escolas, de cidade e até de estado. Essas mudanças aconteciam por causa do tipo de trabalho do meu pai, ele era encarregado de obras de uma empresa (Imperpavi) de recapiamento de asfalto, então quando a obra daquela cidade acabava, tínhamos que mudar para outra, e isso acontecia em média de duas a três vezes no ano.
Com essa situação eu tinha dificuldade em  aprofundar relacionamentos e sempre que estava começando a me acostumar com os amigos, com a escola, com os professores, lá ia eu arrumando novamente a minha mudança.
Talvez outra criança no meu lugar tivesse muita dificuldade com essa situação, em que toda hora troca-se tudo na vida, porém eu tirava de letra essas dificuldades pois sempre fui muito espontânea e extrovertida e até gostava da novidade e de ter muitos colegas espalhados por esse Brasil e também mudar de escola.
Pense...Se o professor fosse chato logo teria a chance de ter outro professor e não precisaria esperar até o outro ano.
E como sempre fui chorona, as despedidas eram a parte mais tensa desta hitória de idas e vindas, mas essa vida nômade que eu levava me ajudou a adquirir alguns hábitos que levo comigo até hoje como: escrever (pois me correspondia com cartas com todos meus colegas, não tínhamos internet) e também a  facilidade de adaptação, que faz com que eu me sinta em casa em qualquer lugar num curto espaço de tempo.
Todas as nossas experiências são valorosas, só precisamos tirar o melhor de cada situação!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Filhos do coração!

 ''Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade. ''
                                                                                                               Efésios 1:4-5


Não poderia começar esse texto sem citar esse versículo, pois o assunto de hoje nos remeterá a um tema que sempre me sensibilizou: adoção.
Depois do meu nascimento, fiquei morando com minha mãe na casa dos meus padrinhos como já havia citado e permaneci nessa situação até completar  quase dois anos.Foi nessa época que minha mãe conheceu um homem chamado Rubens que estava a trabalho em Campo Grande- MS e depois de se conhecerem resolveram morar juntos.
Minha mãe me disse que quando ela me apresentou a ele, foi ''amor a primeira vista", ele se encantou comigo e falou que queria ser o meu pai...desde então eu sempre o tive como a figura masculina.
Fui adotada como sua filhinha e apesar dele não ter nenhuma responsabilidade em relação ao meu nascimento, sempre fui tratada com carinho, mimos e  respeito, tendo assim todas as condições  necessárias para crescer saudável e feliz!
É claro que poderia citar muitas queixas em relação a algumas das  condutas dele ou até da  sua forma de educar, contudo, independente disso ele me deu o seu melhor, o seu amor, seu tempo, seu nome, agora já não era uma bastarda, tinha uma família completa!
Assim como Deus me escolheu antes da fundação do mundo para me adotar como sua filha, o senhor Rubens também escolheu ser o meu pai, e eu sou muito grata por sua atitude.
Hoje também tenho o desejo de adotar uma criança, para que ela tenha uma família como eu tenho e para que eu possa amá-la de todo meu coração e dar a ela o meu melhor...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Escolhas...

Essa semana parei para refletir um pouco a respeito de algumas escolhas que fazemos ao longo da vida, e a que mais chamou minha atenção foi a escolha da profissão. Pois esta escolha fará parte do nosso cotidiano, ocupando uma porção considerável do nosso dia.
Eu fiquei intrigada ao constatar que a minorias das pessoas conseguem a façanha de trabalharem no que realmente gostam, uns por falta de oportunidade  outros por escolherem a profissão muito jovem e ainda há aqueles que preferem uma vida ociosa ao invés de investirem tempo se preparando para terem uma profissão realmente da qual se identifiquem.
Mas independente da causa dessa "escolha", ela sempre deixará  marcas que  refletirá na sua área de atuação como: mau humor, indiferença, falta de comprometimento e excelência, desânimo, falta de capacitação e muitos outros inconvenientes.
Por isso conclui que as pessoas devem lutar por seus sonhos e objetivos, independente da idade.
Trabalhar no que realmente  é o seu dom, enobrece, revitaliza e traz excelência em tudo que  fizer.
Eu hoje não posso dizer que trabalho exatamente no que sonhei como carreira, pois não pude continuar meus estudos devido a contrariedades ocorridas na época e hoje preciso trabalhar onde estou auxiliando meu marido nas despesas do nosso lar. Contudo aprendi a gostar do que faço.
Acho que para mim é um pouco mais fácil  não sentir-me  frustrada profissionalmente porque consigo realizar meus projetos e atuar na minha área (aquela de coração) através do trabalho informal, filantrópico. Assim me sinto completa.
Quero finalizar essa reflexão com um trecho da música do compositor Renato Russo:
                             "Sem trabalho eu não sou nada
                               Não tenho dignidade
                               Não sinto o meu valor
                               Não tenho identidade..."

domingo, 25 de julho de 2010

Primavera...

"A primavera chegará, mesmo que ninguém saiba o seu nome, nem acredite no seu calendário, nem possua jardim para recebê-la."
Cecília Meireles.

Esse mês é lindo! Mês onde as flores realçam a beleza do nosso país e eu não poderia ter sido concebida num mês melhor!
Setembro de 1976 uma jovem solteira como tantas outras, deixa-se levar pelos impulsos da sua juventude e acaba se envolvendo com o seu patrão (um homem viúvo) onde ela era babá de um de seus filhos, e desse relacionamento conturbado e volúvel nasce no dia 02 de maio de 1977, num parto muito complicado(fórceps) uma menina branquinha da boca vermelha com olhos pequenos e castanhos, muito, mas muito chorona, e mesmo não tendo sido registrada pelo seu pai biológico, foi muito esperada por sua mãe e sua família!
Na época a jovem morava com sua irmã Inês e seu cunhado Messias em Campo Grande MS e eles foram os responsáveis por todos os cuidados exigidos na gravidez e enxoval.
Na primeira visita ao hospital eles (que foram seus padrinhos) chegam muito felizes e ansiosos por conhecerem a linda menina que eles tanto esperaram, e então sugerem a sua mãe o nome de Valeska(nãooooooooooooooooooooooo, acho que eu devo ter gritado dentro de mim, rsrsrsr), mas a jovem sem graça pois tinha escolhido o nome de sua filha, Janaina Serena ( não sei o que é pior...) , diz que poderia então colocar Janaina Valeska para que todos ficassem feliz ( menos a dona do nome), e assim nasce a minha história...